Marketing de Guerrilha – Wagner Martins (09/05)


http://www.blogdeguerrilha.com.br/espalhe/vamos-falar-de-guerrilha-em-cuiaba

Começando a 1ª Semana de Comunicação e Marketing com muita expectativa. Expectativa devido porque  evento está trazendo feras da área que poderão me auxiliar e muito no desenvolvimento do meu TCC esse ano e por eu ter recebido a responsabilidade de repassar a vocês seguidores do Blog, um pouco sobre cada dia do evento.

Nessa segunda-feira, tivemos a palestra com Wagner Martins e o tema: Marketing de Guerrilha e a Mídia Socializada. Ele se auto define como ex-economista (por ser formado pela UFRJ em Economia, mas não exercer a profissão), criou o site Cocadaboa onde criava mídias falsas e as via repercutir em mídias sérias, daí que foi elogiado por um publicitário sobre seu trabalho e teve um “click” que poderia ganhar dinheiro assim como esse publicitário, desenvolvendo o que faz hoje: Marketing de Guerrilha. Fez sociedade com o mesmo que o elogiou e hoje é empresário e criador na única agência do ramo, a ‘Espalhe’.

A missão do palestrante ao nos falar sobre o tema era: “Tentar explicar mídia social sem falar de Twitter, Facebook ou qualquer outra besteira que esse moleque usam.”  (Tudo bem, ele não as citou, mas… vocês verão).

A grande jogada era primeiramente entendermos o “porquê” das pessoas estarem usando essas ferramentas, as redes sociais. Ora, mídia social não é um fenômeno social, mas uma quebra de paradigma econômico. Ela está acessível a qualquer um, por ela geramos conteúdo, armazenamos e distribuímos, sem custo praticamente. É a socialização e democratização da ferramenta. Por essa, é possível lançar vídeos, notícias, temas… Recebemos abundância de conteúdo, diferente da televisão a qual é limitada e seletiva ao impor o que muitos querem ver, na web além de ser livre a “programação” você atinge o público interessado, ou melhor, o público busca o que é de seu interesse. Ainda tem a vantagem do contato direto com o consumidor ou usuário, o que faz cair em queda o discurso em massa, como exemplo a Pantene, quando tenta convencer o público na TV e revistas que Giselle Bundchen usa sua marca, o assunto já está sendo discutido  na net. A maioria das marcas ainda não descobriu que o público quer que satisfaçam seu interesses, abram oportunidade de tirar dúvidas quanto ao produto, vídeos e tutoriais da sua utilidade, vantagens e desvantagens, comparação com a concorrência. As ferramentas estão aí, só precisam ser exploradas pelos anunciantes, e o melhor, com custo mínimo.

Esse mundo de interligação entre os usuários é visto como uma teia, que começa a deixar de lado o sistema de busca do Google, que nos dá o resultado de pesquisa em ordem do “mais comentado”, mas nos faz esperar receber a informação mais importante. Não precisamos mais pesquisar qual é o melhor celular do mercado, ele já está sendo comentado nos canais web, ou basta eu jogar essa pergunta que já me respondem, é praticamente uma overdose de informação na rede. Analisando esse bombardeamento de informações sendo trocadas 24h pelas pessoas, vem a idéia de fazer anúncio ilimitado, ou seja, virar notícia nesse meio, sem ser apenas notado como em anúncios em blog ou em abordagens promocionais, em que anunciantes pedem para os usuários curtirem sua promoção e convidar amigos, mas os mesmos não o fazem por não quererem aumentar a concorrência no sorteio, virar notícia nesse meio e, além disso, virar o assunto do momento, isso é: Social Marketing.

A partir do Social Marketing, a agência ‘Espalhe’, além de querer fazer virar assunto seus clientes, ela quer ser inusitada nos anúncios a ponto de virar notícia em todos os possíveis canais de comunicação, incluindo a televisão, meio mais caro de anúncio, sem precisar pagar. Buscar proximidade e ser 100% relevante nas suas propagandas,  são seus outros dois objetivos ao desenvolverem suas criações.

Mas afinal, o que é Marketing de Guerrilha? Esse termo vem da idéia de atingir o psicológico, ser estratégico ao lançar uma campanha através de pequenas ações coordenadas, mas impressioná-los de tal maneira que irão espalhar em pouco tempo o que viram, atingindo então a maioria por meio desse primeiro grupo, utilizando redes sociais e canais de comunicação, dando então a impressão de ser grande aquele fato o tornando em notícia, assim como os guerrilheiros fazem.

Partindo dos 3 objetivos da agência (1-fazer fato virar notícia; 2-estabelecer proximidade e 3-ser 100% relevante), Wagner Martins, finalizou nossa noite mostrando alguns trabalhos desenvolvidos por sua agência, segue o link abaixo:

Endereço da agência: http://www.blogdeguerrilha.com.br

Wagner Martins no twitter: @mrmanson

Até o próximo post.

Luisa Matos

Aluna do 7o. Semestre de Administração de Empresas da UFMT Cuiabá

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2 Respostas

  1. Posso dizer que Marketing de Guerrilha seria o mais fraco contra o mais forte ?
    Sandro

    • Bem no início desse tal Marketing de Guerrilha podíamos dizer que se tratava de um massacre dos mais fracos pelos mais fortes, pois ele estava baseado quase que exclusivamente em guerra de preços e propaganda nos principais veículos de comunicação como TV, rádio, jornais e revistas, mas hoje com o advento das mídias sociais podemos dizer que é a luta dos mais criativos e perspicazes contra os medianos. Os “mais fortes” perderam a vantagem, já que no mundo virtual as barreiras financeiras, culturais, sociais etc foram derrubadas. Este é um universo bem democrático, onde se destacam aqueles que geram conteúdos interessantes.
      Como a Luisa citou no texto dela, o Marketing de Guerrilha visa “atingir o psicológico, ser estratégico ao lançar uma campanha através de pequenas ações coordenadas, mas impressioná-los de tal maneira que irão espalhar em pouco tempo o que viram, atingindo então a maioria por meio desse primeiro grupo, utilizando redes sociais e canais de comunicação, dando então a impressão de ser grande aquele fato o tornando em notícia, assim como os guerrilheiros fazem.”
      Basicamente, você tem que virar notícia, tem que ser visto e hoje é possível fazer isso praticamente sem nenhum custo.

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